dos meus intermináveis sonetos!
CONGELANDO
O vento frio que me vem ao rosto
Traz um gosto acre de saudade
E as ruas tristes da cidade
A verdade de um eterno agosto.
O sangue, lentamente congelando,
Furta a minha última gargalhada,
Atrapalha a minha melhor piada
E do tempo vou me desligando.
A mão direita aos poucos endurece
E os versos escapam mutilados
Enquanto a alegria adormece.
O amor está desempregado
E o coração, sem ter o que carece,
Vai parando, vazio e congelado.
Confesso que lí com os olhos cheios de lágrimas e me segurando pra não cair no choro...
ResponderExcluirlindamente triste.
Carinhoso abraço, Mário!
Vininha,
ResponderExcluirdescobri vc, mesmo congelado da sua prateleira sai coisas lindas.
Vou te seguir sempre...
Demorei porque Francisco, o Bentivegna, veio brincar comigo.
Bjs
Sylvia Bentivegna
Ops!!!
ResponderExcluirSaem coisas lindas..
Sylvia Bentivegna