soneto perdido no tempo, que achei por acaso!
SENHORITA
Tem tanto charme essa linda morena
Que mesmo pequena essa senhorita
De tão dengosa, cheirosa e bonita
Não tem de meus olhos nenhuma pena.
E aquele seu beijo que me perfuma
Calmo, profundo e tão diferente
Me faz crer que a morena, inclemente,
Não tem de minha boca pena nenhuma.
E me ama e me ama tão fervente,
Que minha alma, isolada em quarentena,
Sofre de um calor tranqüilo e doente.
Chegou de repente essa linda morena
Que de meu coração afluente
Não tem, de fato, nenhuma pena.
Um 'verdadeiro achado' este teu soneto perdido!
ResponderExcluir*Agora, me explica uma coisa... como é que alguém perde uma preciosidade dessa, heim?! ;))
É lindo, Mário!
Beijão... ótimo fds procê e tuas meninas!:))
Neide.
Ah, tem tanto papel na minha mesa que às vezes perco algumas coisas legais mesmo! mas depois eu acho!
ResponderExcluirBeijo e bom findi.